
da Folha Online
O britânico Ron Dennis, presidente do Grupo McLaren e ex-chefe da equipe, anunciou nesta quinta-feira que se afastará completamente das atividades da escuderia na F-1. Dennis comandará a construção de um novo veículo de rua da McLaren e cederá seu cargo de diretor do setor esportivo a Martin Whitmarsh.
Na apresentação do novo modelo MP4/24, em 16 de janeiro, Ron Dennis, que comandava o time na F-1 desde 1981, já havia anunciado sua retirada à frente da direção da escuderia, mas tinha mantido o posto de diretor da McLaren Racing.
Ao anunciar seu afastamento, o dirigente não deixou de alfinetar o presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Max Mosley, e Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da categoria, desafetos públicos do ex-chefe da McLaren.
"Reconheço que sempre lutei duro para manter a McLaren na F-1. Duvido que Max Mosley e Bernie Ecclestone estejam insatisfeitos com a minha decisão. Mas ninguém me pediu para fazer isso, foi minha decisão", disse Dennis.
Em entrevista coletiva realizada hoje no Centro de Tecnologia McLaren em Woking, Surrey (Inglaterra), Dennis anunciou uma grande reestruturação da empresa.
"A empresa está desenvolvendo há dois anos um programa para fazer uma gama de automóveis esportivos da McLaren, que será baseada nos grandes sucessos da McLaren F-1 e do Mercedes-Benz SLR McLaren", comentou Dennis.
"Como parte deste plano, pretende-se que a McLaren Automotive, atualmente uma das empresas do Grupo McLaren, torne-se independente no final deste ano. A data de lançamento para o primeiro modelo da nova gama de automóveis esportivos da McLaren será 2011", disse.
O britânico Ron Dennis, presidente do Grupo McLaren e ex-chefe da equipe, anunciou nesta quinta-feira que se afastará completamente das atividades da escuderia na F-1. Dennis comandará a construção de um novo veículo de rua da McLaren e cederá seu cargo de diretor do setor esportivo a Martin Whitmarsh.
Na apresentação do novo modelo MP4/24, em 16 de janeiro, Ron Dennis, que comandava o time na F-1 desde 1981, já havia anunciado sua retirada à frente da direção da escuderia, mas tinha mantido o posto de diretor da McLaren Racing.
Ao anunciar seu afastamento, o dirigente não deixou de alfinetar o presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Max Mosley, e Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da categoria, desafetos públicos do ex-chefe da McLaren.
"Reconheço que sempre lutei duro para manter a McLaren na F-1. Duvido que Max Mosley e Bernie Ecclestone estejam insatisfeitos com a minha decisão. Mas ninguém me pediu para fazer isso, foi minha decisão", disse Dennis.
Em entrevista coletiva realizada hoje no Centro de Tecnologia McLaren em Woking, Surrey (Inglaterra), Dennis anunciou uma grande reestruturação da empresa.
"A empresa está desenvolvendo há dois anos um programa para fazer uma gama de automóveis esportivos da McLaren, que será baseada nos grandes sucessos da McLaren F-1 e do Mercedes-Benz SLR McLaren", comentou Dennis.
"Como parte deste plano, pretende-se que a McLaren Automotive, atualmente uma das empresas do Grupo McLaren, torne-se independente no final deste ano. A data de lançamento para o primeiro modelo da nova gama de automóveis esportivos da McLaren será 2011", disse.
Está aí uma perda significativa para a F1. Trata-se de um dos melhores chefes de equipes da categoria.
Só não consigo entender muito o porque que o Ron Dennis não investiu em outro piloto brasileiro. Sei que a questão passa pelos patrocinadores e outros acionistas da equipe, mas a McLaren foi o palco das maiores vitórias do saudoso Ayrton Senna. Será que ainda dá tempo para a equipe investir no sobrinho dele, o Bruno Senna? Sim porque o que anda-se comentando no noticiário é que o Lewis Hamilton estaria de partida para a Ferrari. Vamos aguardar.


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